Milhares de pessoas acorreram à vila de Baião, na noite de sábado, a quarta das Festas Concelhias e de São Bartolomeu, que teve folclore, Matias Damásio e a tradicional “noite morta”.
O arranque para as festividades da noite aconteceu com o XXXVIII Festival Nacional de Folclore e XXI Festival Internacional de Folclore, organizado pelo Rancho Folclórico de Baião em parceria com o Município de Baião.
Pelo palco, instalado junto à Igreja de Campelo, passaram o rancho anfitrião, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhel Novo, de Palmela, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Nespereira, da Guarda, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário, de Famalicão, o Rancho Folclórico de São Félix da Marinha, de Vila Nova de Gaia, e o Song and Dance Ensemble Grzes, da Polónia.
Na principal rua da vila de Baião, começavam a sair dos restaurantes os grupos para a “noite morta”. Envergando camisolas iguais e de várias cores, os muitos grupos que participam ano após ano naquela que é uma noite única na região, vinham animados e com vontade de animar o povo.
Cantaram, tocaram e brindaram a Baião e às freguesias de onde são oriundos, numa tradição que ganha cada vez mais adeptos.
Na Praça D. Manuel de Castro concentrou-se uma multidão para ver o concerto de Matias Damásio. O compositor e músico angolano soube cativar o público, levando as pessoas ao rubro com o conhecido êxito “Loucos”.



