Vigararia de Baião deu início ao clico de tertúlias para assinalar os 800 anos da morte de São Francisco de Assis

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A Vigararia de Baião deu início, na sexta-feira, ao ciclo de tertúlias, que visam assinalar os 800 anos da morte de São Francisco de Assis (Ano Jubilar).

A primeira iniciativa decorreu na Biblioteca Municipal António Mota e teve como oradores Jorge Cunha, da Universidade Católica Portuguesa, e o frei Acácio Sanches. O debate foi moderado por Nelson Carneiro, diretor do Agrupamento de Escolas de Eiriz.

Perante uma plateia atenta, os oradores abordaram o tema “Fraternidade, a ilustre desconhecida – Fraternidade e Paz: O sonho Franciscano para o mundo de hoje”.

A tertúlia registou casa cheia, abrindo o mote para as seguintes, com a segunda tertúlia, com o tema “Evangelizar, se necessário com palavras – São Francisco de Assis: Conversão, Simplicidade e Alegria de Viver”, a decorrer no mês de junho.

A terceira, subordinada ao tema “Cuidar da casa comum – Espiritualidade Franciscana e Ecologia Integral”, decorrerá em setembro, e a quarta, com o tema “Pobre para os pobres – Os Pobres no Coração do Evangelho: O Compromisso Franciscano”, realizar-se-á no mês de novembro, todas ainda com data a definir.

Os oradores convidados trarão testemunhos da academia, do associativismo de cariz social e da vida religiosa, no que representa a diversidade de horizontes que a iniciativa deseja abrir àqueles que lhe adiram.

“Este ciclo de tertúlias pretende, assim, ser mais do que um conjunto de conferências: constitui-se como um convite ao reencontro entre espiritualidade e compromisso concreto, mostrando que a fraternidade, a simplicidade, o cuidado da criação e a opção pelos mais pobres permanecem caminhos atuais para a construção de uma sociedade mais justa e solidária”, salienta a organização.

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Fascinado pela morte e pelos rituais que a rodeiam, um funcionário de um lar de idosos começa a frequentar funerais de forma cada vez mais obsessiva. Tudo se altera quando descobre um misterioso sacristão que parece esconder segredos inquietantes. Entre o estranho e o perturbador, O Meu Funeral é Amanhã conduz o leitor por uma narrativa sombria, marcada pela solidão, pela curiosidade e pelos limites entre a realidade e a obsessão.

Disponível na Biblioteca Municipal António Mota, em Baião.

 
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