Autarca de Baião garante “levar até às últimas consequências” o que está a falhar na requalificação do pavilhão multiusos

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A presidente da Câmara Municipal de Baião disse hoje, depois de interpelada pela oposição na reunião de câmara, que “o atual executivo irá apurar o que está a falhar na requalificação do pavilhão multiusos, que continua a deixar entrar água”.

“Independentemente de quem for a culpa, levaremos esta questão até às últimas consequências e vamos averiguar, vamos ter de perceber de quem foi a culpa e nessa altura atuaremos da forma como entendermos”, sublinhou Ana Raquel Azevedo, garantindo:

“Reitero o compromisso com os senhores vereadores e com todos os baionenses de que a nossa vontade é resolver isto o mais depressa”.

A autarca de Baião disse, ainda, “que o problema do pavilhão tem anos, mas a culpa não é do atual executivo, que chegou à câmara há três meses e pensou que a obra estava pronta”.

O tema do pavilhão multiusos foi hoje, novamente, levado à reunião pública de câmara, pela vereadora do PS Liliana Castro, que questionou a presidente da autarquia sobre a reunião prevista com o empreiteiro e o projetista da obra.

Ana Raquel Azevedo deu a palavra ao vice-presidente da autarquia, Leonido Ribeiro, que confirmou a realização da reunião e alguns dados da obra, sobretudo, que “chove em todo o pavilhão”.

 

“Chove em todo o pavilhão e há coisas muitos estranhas a acontecer no edifício”, revelou Leonido Ribeiro

“Aquilo que nos foi possível perceber é que houve uma parte da cobertura que ficou de fora da adjudicação e não conseguimos perceber o porquê, nomeadamente a sala de aquecimento”, revelou o autarca, acrescentando:

“O que nos informaram foi que o anterior executivo estipulou um limite máximo para a adjudicação da obra e isso não caberia nesse orçamento, o que é estranho, porque não seria aquela parte da cobertura que influenciaria muito mais os custos”.

Leonido Ribeiro acrescentou que “os responsáveis da obra deram conta de que a entrada da água se deve à estrutura de madeira, que faz com que os parafusos se partam e façam rasgos na cobertura”, uma situação que, segundo o autarca, “já tinha sido alertada por um colaborador da câmara ao anterior executivo”.

O vice-presidente avançou que a empresa responsável pela obra “ficou de estudar uma solução técnica para a cobertura do pavilhão, referindo que “há coisas muitos estranhas a acontecer naquele pavilhão”.

Filipe Fonseca, vereador do PS, pediu a palavra e exortou a maioria “tentar resolver o problema e a responsabilizar a empresa sem atirar culpas ao anterior executivo”.

“Falou-se aqui que foram colocados limites à contratação, que um funcionário reportou o que podia ser uma má escolha ao anterior executivo e que há coisas estranhas a acontecer no edifício, quero relembrar que coisas estranhas já estão a acontecer desde que ele foi construído em 2005”, disse o vereador.

Filipe Fonseca vincou que “não será o melhor caminho culpar o anterior executivo e o atual, porque esse não é o melhor caminho”.

“Temos de pôr mão à obra e exigir responsabilidades junto das devidas entidades e pensar como vamos resolver isto e responsabilizar quem tem de ser responsabilizado”, defendeu, salientando que “o que foi cortado pelo anterior executivo nada tinha a ver com a estrutura do edifício”.

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