Oitava caminhada da Ecosimbioses envolveu 50 participantes em mistérios de bruxas e feiticeiras

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Bruxas, mistérios e feitiços foram os ingredientes da oitava caminhada noturna da Ecosimbioses – Associação Cultural e Ambiental do Vale de Ovil, que decorreu na sexta-feira, por trilhos de Campelo e Ovil.

Numa noite quente de verão, os participantes saíram ao encontro do desconhecido. A primeira paragem foi na área de lazer da Fraga do Rio, onde o escuro foi iluminado e uma bruxa, muito bem acompanhada pela sua formiga, contou histórias de corcundas e bruxas.

Envolvendo os caminheiros, Ana Paula Pinto e a filha, Ariana, criaram um cenário de mistério e contaram, com atores improvisados, a história dos corcundas de Ervins.

Momentos hilariantes e de muitos risos, não fosse a bruxa bem animada e com um sentido de humor que afastou todos os medos.

Seguindo pelo corredor ecológico do rio Ovil, os caminheiros serviram-se de lanternas para calcorrear os trilhos em direção à aldeia de Ervins, onde os esperava uma feiticeira e a sua ajudante.

Proteger a aldeia com sal foi a tarefa da feiticeira, que preparou uma queimada para servir aos caminheiros. Os ingredientes foram colocados na panela e as palavras da feiticeira foram repetidas pelos participantes, que viram, assim, os males de olhado repelidos, dizia a engraçada feiticeira.

Servida a queimada, onde a aguardente esteve em destaque, os participantes da caminhada acompanharam a forte bebida com os famoso Biscoito de Chelo, gentilmente servido pela presidente da associação, Sara Costa Pereira.

Na aldeia, não faltou animação, e Ana Oliveira brindou os presentes com a sua concertina.

Depois de servidos, em bebida e comida, os caminheiros seguiram em direção ao ponto de partida, terminando, assim, mais uma caminhada noturna da Ecosimbioses.

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