Tempo da Quaresma: O significado da Quarta-feira de Cinzas – padre Pedro Oliveira

Facebook
Twitter
WhatsApp
Email
Imprimir

O Tempo da Quaresma, um período do ano litúrgico que antecede a Páscoa cristã, começou hoje, com a Quarta-feira de Cinzas.

O padre Pedro Oliveira, natural do concelho de Baião e pároco em Penhalonga, Sande, Paços de Gaiolo e S. Lourenço do Douro, no concelho do Marco de Canaveses, explica o significado da Quarta-feira de Cinzas.

 

  1. O que é a Quarta-feira de Cinzas?

É o primeiro dia da Quaresma, ou seja, dos 40 dias nos quais a Igreja chama os fiéis a se converterem e a se prepararem verdadeiramente para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo durante a Semana Santa.

 

  1. Como nasceu a tradição de impor as cinzas?

A tradição de impor a cinza é da Igreja primitiva. Naquela época, as pessoas colocavam as cinzas na cabeça e se apresentavam ante a comunidade com um “hábito penitencial” para receber o Sacramento da Reconciliação na Quinta-feira Santa.

A Quaresma adquiriu um sentido penitencial para todos os cristãos por volta do ano 400 d.C. e, a partir do século XI, a Igreja de Roma passou a impor as cinzas no início deste tempo.

 

  1. O que simbolizam e o que recordam as cinzas?

A palavra cinza, que provém do latim “cinis”, representa o produto da combustão de algo pelo fogo. Esta adotou desde muito cedo um sentido simbólico de morte, expiração, mas também de humildade e penitência.

 

  1. O jejum e a abstinência são necessários?

De acordo com a Igreja católica, o jejum e a abstinência são recomendados tanto durante a Quarta-feira de Cinzas, quanto na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é opcional.

 

Boa quaresma para todos. 🙏🏽🙏🏽

Pedro Oliveira

Publicações Relacionadas:

PUB
PUB
PUB

Noticias Recentes

PUB

Sugestão de Leitura

PUB

Sugestão de Leitura – Biblioteca Municipal António Mota: O Meu Funeral é Amanhã de André Costa Gonçalves

Fascinado pela morte e pelos rituais que a rodeiam, um funcionário de um lar de idosos começa a frequentar funerais de forma cada vez mais obsessiva. Tudo se altera quando descobre um misterioso sacristão que parece esconder segredos inquietantes. Entre o estranho e o perturbador, O Meu Funeral é Amanhã conduz o leitor por uma narrativa sombria, marcada pela solidão, pela curiosidade e pelos limites entre a realidade e a obsessão.

Disponível na Biblioteca Municipal António Mota, em Baião.

 
Pub

Feed Instagram

Edit Template