A região do Douro, Tâmega e Sousa vai contar com uma oferta formativa que contempla 50 cursos profissionais, distribuídos por 93 turmas de 32 estabelecimentos de ensino da região, dos quais 91 turmas correspondem a cursos profissionais e duas a cursos de educação e formação de jovens (CEF).
A oferta formativa foi, recentemente, aprovada, numa reunião decorreu no Auditório do Museu Municipal de Penafiel e resultou de um trabalho articulado entre a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa), que coordena este processo, o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, I.P. (EduQA, I.P.), a Agência para a Gestão do Sistema Educativo, I. P. (AGSE, I. P.), a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), os Municípios e os Estabelecimentos de Ensino da região.
A construção desta oferta teve por base a identificação das necessidades de qualificação do território e a procura crescente de perfis técnicos especializados por parte das empresas da região. Neste contexto, procurou-se garantir uma resposta educativa diversificada, capaz de proporcionar aos jovens oportunidades de formação alinhadas com as exigências atuais do mercado de trabalho.
Entre as áreas de formação com maior representatividade destacam-se as tecnologias e informática, a eletrónica e automação, a eletricidade e energia, o ambiente, a agroindústria, a saúde e bem-estar, o design e multimédia, as artes e cultura, bem como o turismo e a restauração.
A CIM do Tâmega e Sousa e os restantes parceiros envolvidos mantêm, assim, o compromisso de promover uma oferta formativa de qualidade, ajustada às necessidades do tecido económico regional e orientada para a valorização das competências dos jovens, contribuindo para a sua empregabilidade e para o desenvolvimento sustentável do território.
Neste ano letivo na região do Tâmega e Sousa vão arrancar 22 CTE (Centros Tecnológicos Especializados) integrados nos estabelecimentos de ensino com ensino profissional, distribuídos por 4 CTE Industriais, 1 CTE digital, 2 CTE de energias renováveis e 15 CTE de informática. O investimento nos CTE permitiu reequipar e robustecer as infraestruturas tecnológicas dos estabelecimentos de ensino que promoverão uma nova geração de cursos profissionais, capacitando os alunos para novos desafios de aprendizagem.



