Antenor Barbosa tem 94 anos e continua a animar Valadares com a sua música e boa disposição (C/VÍDEO)

Facebook
Twitter
WhatsApp
Email
Imprimir

Antenor Barbosa tem 94 anos e uma vida dedicada ao trabalho, à família e à música, partilhando canções e notas musicais por onde passa, uma paixão que o acompanha desde os 10 anos de idade.

Foi na inauguração do Centro de Relação Comunitária de Valadares, no concelho de Baião, que o nossoterritório.pt encontrou Antenor e a sua viola, dando música aos utentes do centro.

De ouvido afinado, Antenor aprendeu a tocar sozinho e é com facilidade que tira as notas das músicas novas.

“Aprendi a tocar com 10 anos e sozinho, basta-me ouvir uma música e consigo tirar bem as notas”, contou, lembrando que “ainda aprendeu ou pouco de música com o padre Rocha”.

“Gosto muito de tocar”, confessou ao nossoterritório.pt.

É fácil perceber o gosto que tem pela música e pelo convívio com as pessoas. Esteve emigrado 20 anos, tendo passado por países como o Brasil, Angola Moçambique e África do Sul, onde foi encarregado de obras, Antenor é figura bem conhecida em Valadares, não fosse ele, durante muitos anos, o proprietário do Café Antenor, hoje em dia encerrado.

Levou música ao Rancho Folclórico “As Ceifeiras de Valadares” durante muitos anos, tendo acompanhado o grupo em diversas saídas e foi, durante muito tempo, presença assídua no Cantar dos Reis promovido pelo Município de Baião.

Mais recatado e com a esposa como companhia e de quem ainda cuida diariamente, Antenor Barbosa é um dos utentes do Centro de Relação Comunitária de Valadares e é ali, juntamente com os seniores do centro, que continua a partilhar histórias e a sua música.

Veja o vídeo aqui: 

Publicações Relacionadas:

PUB
PUB
PUB

Noticias Recentes

PUB

Sugestão de Leitura

PUB

Sugestão de Leitura – Biblioteca Municipal António Mota: O Meu Funeral é Amanhã de André Costa Gonçalves

Fascinado pela morte e pelos rituais que a rodeiam, um funcionário de um lar de idosos começa a frequentar funerais de forma cada vez mais obsessiva. Tudo se altera quando descobre um misterioso sacristão que parece esconder segredos inquietantes. Entre o estranho e o perturbador, O Meu Funeral é Amanhã conduz o leitor por uma narrativa sombria, marcada pela solidão, pela curiosidade e pelos limites entre a realidade e a obsessão.

Disponível na Biblioteca Municipal António Mota, em Baião.

 
Pub

Feed Instagram

Edit Template