MESÃO FRIO: Município, proteção civil, bombeiros e GNR unem esforços para responder aos danos causados pelo mau tempo

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No concelho “Porta de Entrada no Douro” o mau tempo não poupou esforços às entidades locais que, entre o dia 29 de janeiro e 02 de fevereiro, registaram várias derrocadas de muros e deslizamentos de terras.

O impacto das condições meteorológicas adversas foi sentido em todas as freguesias do concelho de Mesão Frio, com a autarquia a unir esforços com outras entidades de segurança e proteção.

Um trabalho conjunto, que levou ao terreno o Serviço Municipal de Proteção Civil, em articulação com os Serviços de Obras e Intervenções da câmara municipal.

Trabalho e permanente vigilância durante todo o fim de semana, foi o que as equipas da autarquia fizerem, tendo conseguido eliminar vários dos constrangimentos verificados e garantido a reposição das condições mínimas de segurança e circulação.

As intervenções decorreram em coordenação com as juntas de freguesia, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Mesão Frio e com a Guarda Nacional Republicana, mantendo-se o acompanhamento das situações ainda suscetíveis de evolução.

Como o tempo ainda está instável e a chuva parece não dar tréguas, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Mesão Frio recomenda a adoção de comportamentos adequados, sobretudo, porque Mesão Frio tem o rio Douro colado e o risco de cheias ainda não foi colocado de parte.

Assim, a proteção civil do concelho aconselha a população a evitar ao máximo deslocações não essenciais, m caso de necessidade, circular com prudência na via pública, devido à formação de lençóis de água, gelo e neve, limpar e desobstruir sistemas de escoamento de águas pluviais, sarjetas e caleiras dos telhados de habitações, preparar-se para possíveis cortes de energia, redobrar a atenção a idosos, crianças e pessoas vulneráveis, acompanhar as informações oficiais do IPMA e dos meios de comunicação social, utilizar roupa adequada ao frio, privilegiando várias camadas e protegendo mãos, pés e cabeça, evitar mudanças bruscas de temperatura, sobretudo ao transitar entre ambientes interiores e exteriores, assegurar o aquecimento seguro das habitações, garantindo ventilação adequada e evitando equipamentos em mau estado e evitar estacionar viaturas junto a muros, taludes, encostas ou estruturas instáveis, devido ao risco de derrocadas e deslizamentos de terras.

Há, no entanto, uma situação que continua a preocupar a autarquia, que tem a ver com a estabilidade dos vários taludes existentes na Quinta do Cotto (EM602-1), informando que “se encontra comprometida, colocando em risco a segurança rodoviária e de pessoas”.

Face a esta situação, foi decidida, como medida preventiva, a interdição da circulação rodoviária na Rua de Entre Quintas, entre a Rua da Ilha de Cima, Vila Marim, e a Rua de São Vicente, Cidadelhe.

Esta interdição não se aplica aos moradores da Rua da Ilha de Cima, aos quais será garantido o acesso, através de Vila Marim.

Em alternativa, para chegar a Cidadelhe, ou para chegar à Estrada Nacional 101, deverá fazê-lo pelo Lugar do Mártir, Vila Marim.

 

FOTOS: Câmara Municipal de Mesão Frio

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