O troço ferroviário entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, na Linha do Douro, vai estar encerrado até ao dia 02 de abril, e são já visíveis as obras que estão a ser realizadas para a renovação e eletrificação da linha.
Em Baião, junto à estação de Mosteirô, os carris já foram retirados, para serem substituídos pelas novas traves, em cimento, que irão permitir a circulação das carruagens elétricas.
Também a gare daquela estação está a ser intervencionada, integrando um investimento global de 110 milhões de euros, para a eletrificação, modernização da via férrea, modernização de estações e apeadeiros, reforço de 40 taludes e reforço e adaptação de túneis.
A empreitada integra a intervenção em seis túneis, sendo que o maior é o do Juncal, no concelho do Marco de Canaveses, com uma extensão de 1.624 metros.
A Infraestruturas de Portugal (IP) realçou que a intervenção irá ter impacto na oferta, numa empreitada que terá a duração de 36 meses.
O encerramento anunciado corresponde à primeira de duas interdições totais previstas no âmbito da modernização integral da linha, a segunda deverá ocorrer aproximadamente um ano depois, no mesmo período.
Durante esta fase, o serviço ferroviário mantém-se entre o Porto e Marco de Canaveses, sendo aí efetuado o transbordo rodoviário para as restantes estações até à Régua.
Entre a Régua e o Pocinho, a circulação continuará a processar-se normalmente, com recurso a locomotivas da série 1400 e carruagens convencionais, permitindo a manutenção regular do material circulante na oficina do Corgo, Régua.
A Infraestruturas de Portugal assegura que o encerramento está a ser acompanhado por meios técnicos e humanos reforçados, de modo a maximizar o aproveitamento do período de interdição e evitar atrasos.
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