Os Bombeiros Voluntários de Santa Marinha do Zêzere realizaram, na sexta-feira, um simulacro de incêndio urbano, em Frende, com oito feridos e uma vítima mortal.
O alarme para a corporação soou pelas 22:30, com os primeiros meios a chegarem ao Largo da Igreja, em Frende, 10 minutos depois.
No teatro das operações estava o presidente da Junta de Freguesia de Frende, Hugo Flávio, que durante o exercício fez o papel do morador em pânico e sempre a reclamar com a atuação dos operacionais.
O objetivo foi criar um cenário o mais real possível, onde muitas vezes os bombeiros encontram pessoas que querem ajudar e algumas que acabam por atrapalhar a atuação dos profissionais.
No edifício devoluto estavam oito pessoas, que antes do arranque do simulacro foram preparadas. Desde uma fratura exposta, a um corte profundo e queimaduras graves, os feridos foram devidamente maquilhados por um profissional, que trabalha com a corporação de Santa Marinha do Zêzere há cerca de dois anos.
Os “atores” foram colocados em diferentes divisões da habitação e orientados para gritar e lutar pela vida.
Para o local foram mobilizados 29 operacionais dos Bombeiros Voluntários de Santa Marinha do Zêzere, apoiados por sete viaturas.
A assistir ao simulacro esteve o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santa Marinha do Zêzere, José Miranda, bem como o comandante da corporação, Márcio Vil, que foi avaliando cada intervenção.
Sem avançar com um balanço do exercício, Márcio Vil destacou o tempo de resgate dos feridos, “que foram relativamente rápidos”, dado o cenário e os obstáculos que os operacionais tinham nas habitações e desconheciam.



