A eletrificação da Linha do Douro, no troço Marco de Canaveses – Régua foi hoje consignada, na presença do ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.
Na Estação da Régua, estiveram membros da Infraestruturas de Portugal, da empresa que venceu o concurso público, o presidente da Câmara Municipal de Peso da Régua, José Manuel Gonçalves, os vice-presidentes das Câmaras Municipais de Baião e Mesão Frio, Filipe Fonseca e Fernando Correia, respetivamente, e outras individualidades.
O investimento na modernização da Linha do Douro está orçado em 110 milhões de euros, que preveem a eletrificação, modernização da via férrea, modernização de estações e apeadeiros, reforço de 40 taludes e reforço e adaptação de túneis.
A empreitada integra a intervenção em seis túneis, sendo que o maior é o do Juncal, no concelho do Marco de Canaveses, com uma extensão de 1.624 metros.
A Infraestruturas de Portugal (IP) realçou que a intervenção irá ter impacto na oferta, numa empreitada que terá a duração de 36 meses.
Haverá interdições de sete horas, à noite, para a realização de trabalhos e será encerrada a exploração ferroviária entre novembro e março, devido à complexidade da intervenção nos túneis, informou a IP.
Sobre o transbordo rodoviário, a IP indicou que haverá pontos de paragem, a definir pela CP e as autarquias. Toda a informação chegará ao público, acrescentou.
Filipe Fonseca, vice-presidente da Câmara Municipal de Baião, realçou a importância da obra, “há muito reivindicada e que concretiza uma ambição de diferentes Governos, dada a sua relevância para o território”.
Também o vice-presidente da Câmara Municipal de Mesão Frio, Fernando Correia, falou de uma obra “estruturante, que irá permitir uma deslocação mais rápidas aos grandes centros”.
O autarca lembrou, ainda, a construção do IC26, uma obra também há muito reivindicada, “que irá permitir que de Mesão Frio ao Porto se faça em 35 minutos”.
Veja o vídeo aqui: https://www.facebook.com/reel/1937217593676893



