Marco assinalou 173 do concelho com a apresentação da segunda fase do Parque Liberdade orçada em 2,3ME (C/VÍDEO)

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O Município do Marco de Canaveses assinalou, na segunda-feira, os 173 anos da fundação do concelho e fê-lo com a apresentação da segunda fase do Parque Liberdade, uma obra orlada em 2,3 milhões de euros.

Depois do hastear das bandeiras, nos Paços do Concelho, ao som do Hino do Marco, Cristina Vieira, presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, acompanhada pelo presidente da Assembleia Municipal, Jorge Vieira, pelo presidente da Junta de Freguesia do Marco, Celso Santana, e por membros do executivo municipal e entidades do concelho, rumou ao jardim municipal para depositar uma coroa de flores junto ao busto do fundador do concelho, Adriano José de Carvalho e Melo.

A sessão seguiu, depois, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com Cristina Vieira a enaltecer a história do concelho, frisando que “é necessário projetar o futuro, e por isso a apresentação deste projeto, para honrar aqueles que trabalharam em prol do concelho no passado”.

Sobre o Parque Liberdade, cuja primeira fase foi inaugurada a 25 de abril de 2024, a autarca considera que “é um investimento que concorre para melhorar a qualidade de vida da população”.

“Estamos a construir uma cidade que seja sustentável, com espaços verdes que melhorem a qualidade de vida daqueles que cá moram e daqueles que nos procuram”, vincou, acrescentando que “o parque está pensado para todos, sobretudo, para idosos e crianças que são aqueles que têm maior fruição dos espaços verdes”.

A segunda fase do Parque Liberdade conta com 2,9 hectares de área intervencionada, que aumentará para 4,4 hectares a totalidade do parque. No final da intervenção, prevista para daqui a um ano e meio, o Parque Liberdade vai contar com nove entradas, algumas estrategicamente localizadas junto de habitações e superfícies comerciais, e mais de 2,7 quilómetros de percursos.

A obra, que já foi adjudicada, terá áreas de jogos, de descanso, de sombra para piqueniques e uma grande clareira que irá ser palco de diversos eventos, com as Festas do Marco.

“O arquiteto teve em consideração alguns aspetos já existentes e outros que estão em construção, como é o caso da grande unidade de comércio, que já existe, e os blocos de habitação social que a autarquia está a construir, possibilitando aos jovens irem às compras e depois usufruírem do espaço para os seus lanches, por exemplo”, indicou Cristina Vieira, acrescentando que “tiveram em atenção a grande clareira que foi apresentada, porque o objetivo é que as Festas do Marco possam vir ser realizadas naquele espaço”.

Sérgio Pinto foi o arquiteto responsável pelo projeto, quer da primeira fase, como da segunda que agora arranca, garantindo que “estão cumpridos oito dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável.

Sobre os desafios do projeto, Sérgio Pinto apontou “o pensar nas pessoas de cá, mas também nas pessoas possam visitar o Marco”.

“É também mostrar aquilo que temos de melhor e, por isso, o parque conta com os nossos granitos, de Alpendurada. O conceito e a tipologia da imagem vão continuar a ser feitos nesta fase, para reforçar o Marco, para tornar este projeto marcuense”, salientou.

Na segunda fase, que é o dobro da primeira em termos de dimensão, não vão faltar sombras, dado que o espaço conta com uma grande arborização e o projeto tira partido disso, estando projetas as áreas de piquenique para esse espaço.

Pensado foi, ainda, o acesso e fruição do parque por pessoas com mobilidade reduzida, estando “criadas oportunidade para todos”, disse o arquiteto, garantindo que “a câmara municipal foi extremamente corajosa em fazer este parque”.

Depois de finalizada a segunda fase, o Parque Liberdade representará um investimento de 3,5 milhões de euros.

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