Baião voltou a “Virar a mesa do Avesso” com duas de noites de tertúlia e gastronomia inspiradas em Camilo Castelo Branco

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Escritores, editores, atores, o secretário de Estado da Cultura, o executivo municipal de Baião e muitos apreciadores de Camilo Castelo Branco e de boa gastronomia estiveram em Baião a “Virar a mesa do Avesso”, em duas noites de tertúlia no MACC Baião.

Camilo Castelo Branco inspirou a quinta edição da iniciativa, realizada na sexta-feira e no sábado, e inspirou os chefes António Pinto, António Queiroz Pinto e Rui Martins, que brincaram os participantes com ementas de requinte.

O jornalista Fernando Alves deu o mote mais duas noites de aventura gastronómica com condimentos literários, que juntaram, no auditório do MACC Baião, transformado em sala de refeições, Manuel Jorge Marmelo, escritor, o coronel Manuel Pedroso Marques, António Batista Lopes, editor/comentador, o secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, Jorge Sobrado, vice-presidente da Comissão de Coordenação e desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), António Durães, ator/encenador e António Mota, escritor.

Presentes estiveram Paulo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Baião, Filipe Fonseca, vice-presidente, os vereadores Anabela Cardoso, José Lima e Henrique Gaspar e Célia Azevedo, o presidente da Assembleia Municipal de Baião, Armando Fonseca, bem como deputado à Assembleia da República, o baionense José Luís Carneiro.

Com casa cheia e perspetiva de duas noites bem animadas, os comentadores foram oferecendo aos presentes momentos de literatura, com muita risada à mistura. Duas noites dedicadas a Camilo Castelo Branco, que terá andado por terras de Baião, mas onde os sabores e saberes do concelho estiveram em evidência.

Desde as alheiras, à carne em vinha de alhos, primorosamente preparadas pelos chefes, ao bacalhau à lagareiro e à galinha mourisca, devidamente condimentada, não faltando o vinho do Lagar do Convento, cuja casta Avesso dá nome à iniciativa.

No final, cumprindo a tradição, Fernando Alves desafiou os companheiros de mesa a deixar comentários às noites de tertúlia e não faltou, como já é habitual, o A a Z do escritor baionense António Mota, que sempre consegue arrancar, dos mais distraídos, risadas e uma boa salva de palmas.

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