A requalificação da Extensão de Saúde de Gestaçô, orçada em 76 mil euros, arrancou na quinta-feira, informou hoje a autarquia.
A obra prevê uma intervenção abrangente no edifício existente, nomeadamente ao nível do terraço, que será impermeabilizado. Toda a estrutura será tratada termicamente, será instalada iluminação led e revistos ou renovados os aparelhos de ar condicionado.
As fachadas serão intervencionadas e serão colocados novos revestimentos, assim como os pavimentos interiores e as caixilharias que serão substituídas. As portas existentes em madeira serão tratadas e renovadas.
“Durante a execução da obra, a unidade de saúde manter-se-á em funcionamento, estando acauteladas todas as condições de segurança”, indica a autarquia, acrescentando: “o edifício ficará dotado de todo o conforto e funcionalidade proporcionando as melhores condições, quer para os utentes, quer para os profissionais que ali trabalham.
No arranque da estiveram o vice-presidente da Câmara Municipal de Baião, Filipe Fonseca, e o presidente da Junta de Freguesia de Gestaçô, António Bento.
Filipe Fonseca sublinhou o avanço de “mais um investimento que serve a população numa área particularmente sensível, como é a saúde, com um forte impacto na sua qualidade de vida”.
“Este não é um investimento isolado, estando integrado num conjunto de intervenções que o município continua a realizar neste setor e que sinaliza o nosso empenho em proporcionar as melhores condições de vida aos baionenses que servimos”, vincou Filipe Fonseca.
Ao nível da saúde no concelho, Filipe Fonseca referiu que o Serviço de Atendimento Permanente (SAP), regista “um período em que se tem sentido uma maior procura dos serviços”.
“Aproveito para relembrar a população que a resposta está em funcionamento”, assegurou.
Perspetiva-se, ainda, para breve a retoma da Unidade Móvel de Saúde. O autarca recorda que da parte do município estão reunidas todas as condições para esse efeito.
“Realizamos uma revisão geral ao veículo, reafectámos o recurso humano para o acompanhamento dos profissionais de saúde, estando agora a aguardar indicações da Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa para o início dos atendimentos descentralizados aos utentes do concelho”, adiantou.



