O Programa Municipal de Caminhadas de Baião 2024 encerrou, no dia 27 de outubro, depois de ter apoiado oito caminhadas, que envolveram cerca de 1.900 participantes.
A última caminhada decorreu integrada no 25.º Grande Prémio de Atletismo de Ancede e contou com cerca de 200 participantes.
Em 2024, foram realizadas a Caminhada Maskarilha, de Ancede e Ribadouro, Caminhada pelo Autismo, em Campelo e Ovil, Caminhada Solidária – Todos os caminhos vão dar ao rio Ovil, em Ancede e Ribadouro, Caminhada e Piquenique da Família, em Campelo e Ovil, Caminhada por Caminhos de Valadares, Caminhada por Caminhos de Gestaço, Caminhada Viariz 2024 e a Caminhada do Grande Prémio de Atletismo de Ancede.
Em declarações ao nossoterritório.pt, Filipe Fonseca, vice-presidente da Câmara Municipal de Baião e vereador com o pelouro do Desporto, indicou que “no concelho foram realizadas muitas caminhadas, que não integraram o programa municipal, mas que contaram com apoio logístico da parte do município”.
Segundo o autarca, “o número de caminhadas e de participantes tem vindo a crescer”.
“Conforme vamos promovendo mais e divulgando mais vão aparecendo mais participantes, o que se traduz numa grande satisfação para nós, porque vamos tendo indicação de que muitos dos participantes fazem mais do que uma caminhada e alguns deles terão, inclusive, participado em todas as caminhadas realizadas”, salientou Filipe Fonseca.
A autarquia baionense tem disponível um passaporte das caminhadas, que pode ser carimbado em cada caminhada que a pessoa participe e, no final, aquele que mais caminhadas fizer tem direito a uma distinção e um prémio, que é a entrada gratuita em alguns dos equipamentos municipais.
Filipe Fonseca adiantou que, apesar do programa ter sido oficialmente encerrado, não invalida que até ao final do ano possam haver mais caminhadas.
“Se uma entidade quiser fazer uma caminhada até dezembro tem acesso às condições do Programa Municipal de Caminhadas da mesma forma”, asseverou o autarca.
Em janeiro de 2025 arranca uma nova edição do programa e Filipe Fonseca espera que, “no mínimo as oito que fizeram em 2024 voltem a fazer e apareçam mais, porque é uma forma das pessoas praticarem exercício físico e de aproveitarem as paisagens excelentes que Baião oferece”.



